sábado, 21 de novembro de 2009

I think...

I think I've lost my charm....



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

fiquei à espera....acredita....era uma noite perfeita.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

let's talk about feelings

Let’s alk about feelings….o dia de hoje fez-me lembrar a tua existência cabrão de merda. Eu era uma menina linda, feliz e novinha. Adorável mesmo. Daquelas que tu gostavas. Era feliz para caralho e só precisava de um gajo que gostasse de mim. Tu apareceste do nada. Eras feliz para caralho também. E ficámos os dois mais felizes ainda por nos conhecermos. Tudo pretty fine até aqui. Apercebi-me logo que o teu ego não cabia em ti, mas caguei nisso. Pensei que não importava. Estávamos os dois a gostar do que tínhamos. E eu estava madly in love. Puta de sentimento. Louca mesmo. E tu tinhas um jeito do caralho para fingir que estavas comigo só por amor. Ate que, do nada, deixas de me falar. E eu era toda telefonemas e sms. E tu nada. Ligo de outro telemóvel e magia, atendes. Não consigo falar. A puta de dor que sinto no peito faz-me arder os olhos e quero gritar. Mas não grito, guardo para outra altura. Passam 5 meses e eu nada soube de ti. Só sei que já não sou a mesma. Acho que umas quantas veias minhas deixaram de funcionar. E passado este tempo tudo, amo-te e odeio-te. Olho para o telemóvel um certo dia, uma SMS tua. O meu coração pára e não respiro bem. Fodasse! Volto a amar-te neste instante. Parva de merda. Respondo e digo que está tudo bem (????????). tu queres marcar um café. Apesar do meu senso comum me alertar, não consigo esquecer o que te quero dizer na cara. Marcamos esse café e ainda me rio ao telefone. Apesar de saber no fundo o que ia acontecer, tento enganar-me e dizer que não vou voltar. Mas volto assim que me agarras. Ainda começo a dizer a merda que me vai na cabeça. A tua resposta é a típica resposta de cabrão ‘estava demasiado agarrado a ti e comecei a ficar com medo deste sentimento’. LOL. Eu era tão estúpida. E começamos outra vez. E mais uma vez eu fiquei in love. Mas a minha confiança por ti, já não era a mesma. Mesmo assim. Quando elas passavam à tua frente e eu via a tua cara de rebarbado não me importava. Tu eras meu. Ou melhor, assim eu o pensava. Era tudo um mar de rosas, afinal vinhas ter comigo à noite, apesar de nunca podermos estar de dia.levavas-me àquele restaurantes e dizias que nunca mais me deixarias. Fazias-me acreditar que desta vez ia ser awesome. Ate que ‘tive um acidente de carro e não posso ir ter contigo’. Preocupada. Desesperada por saber se estavas bem. Vieste ao hospital, mas não podias vir ter comigo. Estranhei. Mas tudo bem. E passa-se uma semana..duas…um mês. E tu não podes vir ter comigo. Já não aguento e quero acabar. Mas não acabamos porque ‘quero encontrar-me contigo pessoalmente’. Levaste-me bem nesta. Espero. E passam quase 2 meses. Baile de finalistas. E eu a tentar cagar na tua estúpida existência com o meu melhor vestido e penteado. E saído do nada, tu apareces na pista de dança. E eu morro ali. Morro de desespero. Morro de todo. E tu a rir, espantado de me ver. Como se não se passasse nada. Tento ignorar-te mas preciso de te atirar com a merda que acarreto nos ombros. Vamos falar, e tu agarrado ao telemóvel. Nem olhas para mim. ‘Porque é que não acabaste comigo?’. ‘Porque não sou capaz de mentir e ainda gosto de ti’. AHAHAH o delírio de resposta. Agarro nos sapatos altos e saio dali para me ir afogar noutro sitio. Deixo-te a olhar para o telemóvel. Mas parece que não havia nenhum sítio para estar sozinha. Tu estavas sempre lá. Com nova companhia. E estavam tão lindos a rir-se os dois. E eu a partir o telemóvel, possessa. Não proferi palavra o resto da noite. Estava a definhar. No dia seguinte, em primeira mão, soube que a comeste na tua casa. Sim, naquela casa a que eu nunca tinha tido o direito de entrar. Senti-me radiante. a raiva a queimar-me o estômago. Respondi à puta que me deu a notícia ‘não tenho nada a ver com esse merdas’. E sofri em silêncio mais uns meses. Longos meses. E outro veio. E eu não te esquecia. Fodasse. Mas o que é isto deus?. Terei eu de viver para sempre assim?. Fuck. E passaram. E o outro desapareceu. Mas ganhei um amigo para a vida. E nós voltámos a falar. E eu queria desesperadamente que tu morresses. Apesar desta mistura amor-ódio-paixão dizer que eu te queria mais do que nunca. Eras o fruto proibido. Apesar de eu saber que merecia tudo do melhor. Apesar de eu me ter apercebido que o meu ódio por ti era um vicio. Era o que me unia a ti. Conversa puxa conversa e lá estou eu a ser levada. Mas onde é que estavam os meus amigos para fazer o meu papel de sensata?. Um estalo bem mandado. Um ‘acorda para a vida!’. Qualquer coisa tinha ajudado. Mas não. Voltámos. E assim que começámos eu soube que esta ia ser igual às outras. Mas quis que acontecesse. Desta vez, já não perdia nada. E no entanto foi quando me pareceste um ser mais decente. Mas esta terceira vez já só podia servir para uma coisa. Aperceber-me que tu nada eras para mim, a não ser um mau hábito. E apercebi-me. E acabámos. Não sofri. Não me deu o baque. Mas por mais incrível que fosse, não te esquecia. Precisava de saber o que é que se tinha passado este tempo todo. Queria que me contassem os podres todos para depois poder vomitar sobre ti. E então fui ter com ela, a nossa amiga. Mais tua que minha pelos vistos. Pu-la a um canto. Queria ouvir tudo. E ela muito contrariada começou. E fiquei a saber que afinal a primeira vez não tinha corrido bem, não pelo sentimento ser muito forte, mas porque TU, cabrão de merda, me andavas a encornar com duas. Uma não bastava. Para ti não. E da segunda vez, pelos vistos gostavas muito de mim e da outra do baile. Por isso é que andavas com as duas e não conseguias escolher. E por isso é que quando vinhas ter comigo tardíssimo, e cansado, muito cansado dos ‘treinos’, tinhas estado a comê-la à meia hora atrás. LOL que master!! Afinal de contas, quando olhavas para elas com ar rebarbado, devia ter sido menos liberal. Devia ter-te pregado um estalo. Mas não. Eu era a namorada perfeita porque não me importava, não tinha ciúmes…estava segura que aquele olhar era um tímido interesse pelo que tu não tinhas. Afinal era um interesse demasiado grande para o manteres dentro das calças. Verdade seja dita. Foste sempre um grande campeão. E eu idolatrava-te. Eras grande. Vivias à grande. À margem daquilo que para mim era o normal. Tinhas de estar sempre à frente. E eu gostava tanto disso. Tanto que durante uns anos tudo o que arranjei tinha de ser um retrato quase fiel daquilo que tu eras. Era como se eu tivesse uma lista de pré-requisitos. E as tuas qualidade (que qualidades??) tinham de estar lá. Na outra pessoa. E foi quando a nossa amiga se calou. Quando eu morri por completo, que me apercebi de tudo isto. Do quão parva eu fui esse tempo todo. E do quanto deixei de viver por tua causa. Mas o que mais me dói, é o facto de eu nunca mais ter sido a mesma menina linda, feliz e novinha.agora tenho medo.

domingo, 1 de novembro de 2009

Hoje...só hoje...não quero sentir nada.

é tudo e tanto...e eu só quero esvaziar-me de sentimentos...

se os deixar cá, não sei que lhes hei-de fazer...